Dantas & Bacelar
Dantas & Bacelar
v0.1 · RASCUNHO DE VALIDAÇÃO
Estruturação de Produto · Trinity Hub · Julho 2026

Prevenção Estratégica de Risco Trabalhista como produto escalável.

Este documento transforma o que o Dantas & Bacelar já sabe fazer em um produto com escopo, esteira, custo, preço e margem — pronto para ser apresentado ao parceiro do Paraná e replicado em qualquer cliente. Cada padrão abaixo nasce como rascunho de validação: traz o que precisa ser decidido, a memória de cálculo e uma sugestão-base da Trinity para o comitê reagir a algo concreto.

DocumentoDossiê do Produto · v0.1
ValidaçãoReuniões até 28/07/2026
Apresentação ao parceiro30/07/2026
ConsultoriaTrinity Hub · Engenharia de Negócios
ClassificaçãoInterno · Diretoria
01 · Contexto

Por que este produto, por que agora.

Um escritório tributário de porte nacional (Maringá/PR, ~250 pessoas, clientes como Riachuelo e Novo Atacarejo) quer abrir sua carteira para vender o produto do D&B: prevenção estratégica de risco empresarial trabalhista e cível — compliance encapsulado, com começo, meio e fim, e não assessoria mensal. Eles vendem; o D&B opera. Para avançar, pediram o que todo investidor pede: preço, custo, margem, capacidade e escalabilidade. Este dossiê constrói exatamente esses números — e, independentemente da parceria, vira o modelo de precificação e operação do próprio escritório.

O que o parceiro quer ver

Produto encapsulado

"Quanto custa produzir, por quanto vende, quanto sobra." A lógica do varejo aplicada a serviço jurídico: se o número fecha e escala, eles colocam a força de vendas e a carteira em cima.

O que o D&B tem hoje

Expertise sem números

O produto já existe e já foi vendido. O que falta é a camada de negócio: custo-hora, margem, capacidade produtiva e fator de precificação por porte de cliente. Hoje o preço é intuição calibrada — funciona, mas não se apresenta a uma diretoria.

O que este documento faz

Rascunho que vira padrão

Cada POP abaixo nasce A DEFINIR, com checklist de validação e memória de cálculo. Nas reuniões até 28/07, os números sugeridos são substituídos pelos reais. Validado, o documento sobe de versão e vira padrão VIGENTE.

Caso-referência · âncora de todos os cálculos

Contrato Recife · R$ 50.000

Cliente com faturamento de R$ 150 mi/ano. Escopo: regimento interno + 20 tipos de contrato de trabalho + 2 treinamentos. Proposta original de R$ 59 mil (regimento 10k · 20 contratos × 2k · 3 treinamentos × 3k), fechada em R$ 50 mil com 2 treinamentos. Recebimento em 6 parcelas; entrega em ~3 meses; duas rodadas de revisão contratadas.

Valor fechado
R$ 50 mil
59k de tabela · desconto de 15% na negociação
Prazo de entrega
~3 meses
Recebe em 6 — a esteira libera capacidade para vender o próximo
Rodadas de revisão
2
Terceira rodada = novo escopo, novo valor (já em contrato)
Margem real
?
A pergunta que este dossiê responde — ver POP 04.03

02 · Como ler este documento

Rascunho hoje. Padrão depois de validado.

Todo padrão já nasce no formato final, voltado a quem vai executar — o que muda é o status. Nesta v0.1, todas as POPs estão A DEFINIR: cada uma traz (1) as diretrizes em rascunho, (2) a lista do que precisa ser validado em reunião, (3) a memória de cálculo com números sugeridos pela Trinity — marcados como sugestão, nunca como fato — e (4) risco & evidência. Validou, decidiu, substituiu os números: a POP sobe para EM REVISÃO e depois VIGENTE (v1.0). O documento é o mesmo; ele amadurece.

A definir Regra ainda não decidida — é o estado desta v0.1
Em revisão Validada em reunião, em apreciação final
Vigente Oficial, em execução, com evidência auditável
MC Memória de cálculo — fórmula + números-base a validar

03 · Cronograma de validação

Quatro reuniões. Um refino. Uma apresentação.

Cada reunião valida blocos específicos e substitui as sugestões pelos números reais do escritório. Insumos a enviar antes da R2: planilha de custos mensais, remuneração do time (ou folha total), lista de quem faz o quê, dados de 3–5 clientes reais (faturamento, nº de CLT, volume de demandas) e o % de imposto sobre a receita confirmado com o contador.

Sex 17/07
manhã
R1 · Blocos 01–02

Escopo do produto & esteira de entrega

Com Michael: o que entra e o que não entra no produto padrão, módulos opcionais, variantes trabalhista/cível, fluxo ponta a ponta e SLAs por etapa. Saída: escopo fechado e esteira desenhada.

Sáb 18/07
10h · todos
R2 · Blocos 03–04

Time, tempos e movimentos, custos

Levantamento de horas por entregável com o time (usando o contrato Recife como referência viva), planilha de custos aberta, custo-hora e rateio calculados. Saída: custo real do produto.

Qua 22/07
14h–16h
R3 · Bloco 05

Precificação & matriz de enquadramento

Teste da matriz de fatores contra 3–5 clientes reais: qual variável melhor prevê o esforço (CLT? faturamento? volume de demandas?). Definição de margem-alvo e piso. Saída: tabela de preço por faixa.

Sáb 25/07
10h · todos
R4 · Blocos 06–07

Unit economics da parceria & comercial

Simulação dos cenários de remuneração do parceiro (o split que fecha e o que quebra), política de desconto e alçadas, e rascunho da apresentação. Saída: modelo de negócio + estrutura do deck.

Seg–Ter 27–28/07
interno
Refino

Fechamento Trinity + validação final assíncrona

Trinity consolida números, monta a apresentação final na identidade D&B e envia para aprovação da diretoria. Ajustes por mensagem — sem reunião nova, salvo necessidade.

Qui 30/07
marco
Apresentação

Produto apresentado ao parceiro

Escopo, esteira, capacidade, custo, preço por faixa e cenários de parceria — com governança sobre os números. Se a agenda deslizar para 4–5/08, ganhamos dias de refino sem mudar o plano.


04 · Estrutura do produto

Oito blocos. Dezesseis padrões. Um produto.

Cada bloco responde a uma pergunta do negócio. As POPs abaixo são o rascunho a validar nas reuniões — toda diretriz e todo número marcado como sugestão precisa ser confirmado, corrigido ou substituído pela diretoria antes de virar padrão.

BLOCO 01

Definição do Produto

Valida em R1 · 17/07

Responde: o que exatamente estamos vendendo? Um produto sem escopo fechado vira assessoria disfarçada — e assessoria disfarçada come a margem em revisões infinitas.

POP 01.01 Escopo padrão do produto A definir v0.1

Objetivo: definir o pacote-padrão de entregáveis da Prevenção Estratégica de Risco Trabalhista, para que qualquer proposta parta do mesmo escopo — e toda variação seja precificada, nunca improvisada.

Diretrizes (rascunho)
  • Vender o produto sempre a partir do pacote-padrão: diagnóstico inicial (checklist) + regimento interno + kit de contratos de trabalho + treinamentos de implantação.
  • Registrar em proposta, item a item, o que não está incluído (contencioso, defesas, audiências, assessoria mensal).
  • Tratar módulos opcionais (auditoria documental, canal de denúncia, extensão cível) como adicionais precificados à parte.
  • Emitir toda proposta a partir do modelo oficial (POP 07.01) — nunca por mensagem avulsa.
O que validar em reunião
  • Lista fechada de entregáveis do pacote-padrão (o caso Recife é o padrão ou uma variação?).
  • Quantidade-referência de contratos no kit (20 é o número-padrão?).
  • Nº de treinamentos incluídos por padrão (2? 3?) e formato (presencial/online).
  • O cível entra na v1 do produto ou é segunda onda?
  • Módulos opcionais que já dá para listar (e seus preços de referência).
  • Nome comercial do produto para a apresentação ao parceiro.
★ Sugestão TrinityAdotar o escopo Recife como pacote-padrão "M": diagnóstico + regimento interno + 20 contratos + 2 treinamentos, entregue em até 90 dias com 2 rodadas de revisão. Variações para cima (mais contratos, mais treinamentos, módulo cível) entram como adicionais com preço unitário de tabela — a mesma lógica dos 59k originais, agora oficializada.
Risco & controle: escopo elástico ("já que está aí, faz mais esse contrato") destrói a margem calculada. Controle: proposta com escopo item a item + regra contratual de que item novo = aditivo com preço de tabela.
POP 01.02 Regra das duas rodadas A definir v0.1

Objetivo: proteger o prazo e a margem limitando o ciclo de revisão do cliente — a prática que o D&B já usa em Recife, agora como regra de todo contrato.

Diretrizes (rascunho)
  • Incluir em todo contrato: 2 rodadas de troca (v1 → revisão do cliente → v2 → revisão final).
  • Dar ao cliente prazo definido para devolver cada revisão (sugestão: 10 dias corridos); silêncio = aprovação tácita da versão.
  • Cobrar terceira rodada ou alteração pós-entrega como novo serviço, com valor de tabela.
  • Registrar cada rodada por e-mail oficial do escritório (nunca WhatsApp) com protocolo de versão.
O que validar em reunião
  • Prazo de devolução do cliente por rodada (10 dias? 15?).
  • Aprovação tácita: a diretoria confirma essa cláusula?
  • Preço da rodada extra (% do valor do item revisado? valor fixo?).
  • Janela de garantia pós-entrega (ajustes de erro nosso: 30 dias?).
Risco & controle: cliente que "senta" na revisão trava a esteira e a capacidade de vender o próximo contrato. Controle: prazo contratual de devolução + aprovação tácita + cronograma pactuado no onboarding.
BLOCO 02

Esteira de Entrega

Valida em R1 · 17/07

Responde: como isso vira rotina replicável? O parceiro não compra talento, compra previsibilidade — a mesma entrega, no mesmo prazo, para qualquer cliente da carteira dele.

POP 02.01 Fluxo ponta a ponta & SLA por etapa A definir v0.1

Objetivo: padronizar o caminho do contrato assinado à entrega final, com prazo e responsável em cada etapa — o cronograma que vai impresso na proposta.

Etapas do fluxo (rascunho — prazos em dias corridos, a validar)
  • 1 · Onboarding (D0–D7): kick-off com o cliente, envio do checklist de diagnóstico, abertura de pasta, cadastro no Astrea/Conta Azul, cronograma pactuado por e-mail oficial.
  • 2 · Diagnóstico (D7–D21): cliente devolve checklist preenchido; análise do material, definição do plano de produção.
  • 3 · Produção v1 (D21–D50): elaboração de regimento, contratos e material de treinamento.
  • 4 · Rodada 1 (D50–D65): entrega da v1; cliente revisa em até 10 dias; ajustes e complementos.
  • 5 · Rodada 2 (D65–D80): entrega da v2; revisão final do cliente; consolidação.
  • 6 · Entrega & implantação (D80–D90): treinamentos, evento de entrega, kit físico (POP 02.02), termo de encerramento assinado.
O que validar em reunião
  • Prazos reais por etapa (o D80–D90 fecha com a experiência de vocês?).
  • Quem é o dono de cada etapa na estrutura atual (sem secretária: quem faz onboarding e cadastro?).
  • Ponto de controle de qualidade: quem revisa antes de ir ao cliente (4 olhos)?
  • Ferramenta de acompanhamento da esteira (Astrea com etiquetas/eventos? Planilha-mestre até lá?).
Sugestão Trinity
  • Ciclo-alvo de 90 dias por contrato — casa com o caso Recife e libera a esteira para o próximo cliente enquanto o anterior ainda paga parcelas.
  • Revisão interna de 4 olhos obrigatória antes de qualquer versão ir ao cliente (coordenador revisa executor).
  • Usar o Astrea como trilho da esteira (etiquetas por etapa) — já é pago; falta usar.
Risco & controle: gargalo invisível — dois contratos na mesma etapa com o mesmo executor. Controle: quadro único da esteira com todos os contratos por etapa, revisado no rito semanal (POP 08.01).
POP 02.02 Kit de entrega premium A definir v0.1

Objetivo: padronizar a experiência de entrega — o momento que diferencia o D&B de qualquer escritório comum e justifica o ticket. Com custo conhecido, não improvisado.

Diretrizes (rascunho)
  • Incluir em toda entrega padrão: regimento interno impresso em gráfica (formato livro) para a mesa da diretoria, versão digital via QR code para os colaboradores, evento de entrega na empresa (café da manhã) e brindes institucionais.
  • Orçar o kit no fechamento do contrato e lançá-lo como custo direto do projeto (entra na MC-3).
  • Registrar a entrega com fotos e lista de presença — material que alimenta o comercial e a apresentação ao parceiro.
O que validar em reunião
  • Custo real de cada item (orçar gráfica, brindes e evento com fornecedores até R2).
  • O kit é padrão em todo contrato ou escala com o ticket (kit M / kit G)?
  • Deslocamento: quem viaja para a entrega e a quantas entregas presenciais por contrato nos comprometemos?
★ Sugestão Trinity · valores-base para orçar (validar com fornecedores)Gráfica/livro R$ 1.500 · Evento/café R$ 2.000 · Brindes + QR R$ 1.000 · Deslocamento (JP↔Recife) R$ 1.500 → kit ≈ R$ 6.000 por contrato padrão (12% do ticket de 50k). Se o custo real passar de 15% do ticket, o kit escala por faixa em vez de ser fixo.
Risco & controle: kit definido na empolgação da entrega, sem teto, corroendo margem. Controle: teto de custo do kit por faixa de contrato, aprovado junto com a proposta.
BLOCO 03

Time & Capacidade Produtiva

Valida em R2 · 18/07

Responde: quantos contratos cabem na operação de hoje — e quando contratar? Não adianta vender um super projeto e não conseguir absorver. O parceiro vai perguntar exatamente isso: "quantas empresas ao mesmo tempo vocês aguentam?"

POP 03.01 Papéis e matriz de responsabilidade do produto A definir v0.1

Objetivo: definir quem faz o quê na esteira do produto — hoje (estrutura atual) e no cenário de escala (sócios-diretores, coordenadores, executores) — o organograma que o parceiro vai querer ver.

Diretrizes (rascunho)
  • Atribuir a cada etapa da esteira (POP 02.01) um responsável nominal e um substituto.
  • Separar papel de direção (venda, relacionamento, decisão) do papel de execução (produção dos entregáveis) — mesmo quando a mesma pessoa faz os dois hoje.
  • Documentar o organograma de escala: sócios como diretores da pasta, advogados sêniores como coordenadores, novos contratados como executores.
  • Registrar por escrito a atribuição de cada pessoa por área (o "Ana faz tudo" vira mapa de dedicação por frente).
O que validar em reunião
  • Lista completa do time atual: nome, função, áreas em que atua, % de dedicação possível ao produto.
  • Quem coordena a esteira no dia a dia (o papel de "dono da operação" — hoje não existe).
  • Funções administrativas sem dono (onboarding, cadastro, agenda): absorver, contratar secretária, ou automatizar?
  • Organograma de escala: em que gatilho os advogados atuais viram coordenadores?
Risco & controle: dependência de pessoas-chave — se tudo passa por Ana, Ana é o gargalo e o risco. Controle: matriz de responsabilidade com substituto por etapa + padrões documentados que permitem repor pessoas.
POP 03.02 Capacidade produtiva & farol de contratação A definir MC-1 v0.1

Objetivo: saber quantos contratos simultâneos o time atual absorve e definir o gatilho objetivo de contratação — antes de a operação travar, não depois.

Memória de cálculo MC-1 · Capacidade produtiva
Horas produtivas/pessoa/mês = horas contratuais × fator de produtividade
Capacidade (contratos simultâneos) = horas alocáveis ao produto/mês ÷ horas/mês por contrato
VariávelBase sugerida (validar)Valor
Horas contratuais/mês8h × 21 dias úteis168 h
Fator de produtividadeDescontando reuniões, prazos processuais, administrativo65%
Horas produtivas/pessoa/mês168 × 0,65≈ 110 h
Time executor (hipótese)nº de pessoas com dedicação ao produto — validar5 pessoas
% de dedicação ao produtoo resto segue na assessoria/contencioso — validar40%
Horas alocáveis ao produto/mês5 × 110 × 0,40≈ 220 h
Horas por contrato padrão≈ 170 h em 3 meses (ver MC-3)≈ 57 h/mês
Capacidade simultânea estimada220 ÷ 573–4 contratos

Todos os valores desta tabela são hipóteses de partida. Na R2, substituímos por: time real, dedicações reais e horas reais levantadas com quem executa (tempos e movimentos usando o contrato Recife como referência viva).

O que validar em reunião
  • Quem compõe o time executor e com que % de dedicação real.
  • Fator de produtividade realista para a rotina de vocês (65% é o ponto de partida).
  • Horas por entregável — levantar com o time, item a item (tabela da MC-3).
  • Gatilho do farol: a partir de quantos contratos simultâneos dispara a contratação, e qual perfil contratar primeiro.
Sugestão Trinity
  • Farol verde: até 3 contratos simultâneos — opera com o time atual.
  • Farol amarelo: 4º contrato assinado — abre processo seletivo de 1 advogado executor (ciclo de contratação leva 30–45 dias; começa antes de precisar).
  • Farol vermelho: 5+ contratos — não assinar novo contrato sem reforço contratado, ou renegociar prazo de início.
Risco & controle: vender acima da capacidade e queimar a reputação com o parceiro logo nos primeiros contratos. Controle: farol de capacidade visível no painel (Bloco 08) e consultado antes de toda proposta.
BLOCO 04

Custo do Produto

Valida em R2 · 18/07

Responde: quanto custa produzir? É a pergunta que o parceiro fez e que ninguém nunca calculou. Três camadas: custo-hora das pessoas, rateio do custo fixo do escritório e custos diretos do contrato.

POP 04.01 Custo-hora por perfil A definir MC-2 v0.1

Objetivo: calcular quanto custa uma hora de cada perfil do time (sócio, advogado sênior, advogado, apoio), carregada com o rateio do custo fixo — a unidade básica de todo orçamento.

Memória de cálculo MC-2 · Custo-hora carregado
Custo-hora pessoa = (remuneração mensal + encargos) ÷ horas produtivas/mês
Rateio fixo/h = custos fixos mensais do escritório ÷ total de horas produtivas do time
Custo-hora carregado = custo-hora pessoa + rateio fixo/h
ItemExemplo ilustrativo (substituir pelos reais)Valor
Remuneração advogado executorhipótese — validar com a folhaR$ 5.000
Encargos e benefícios~40% sobre a remuneração — validar regimeR$ 2.000
Custo-hora pessoa7.000 ÷ 110 h produtivas≈ R$ 64/h
Custos fixos mensais do escritórioaluguel, energia, sistemas, marketing, contabilidade — abrir a planilha na R2R$ 20.000
Rateio fixo/h20.000 ÷ 550 h (time todo)≈ R$ 36/h
Custo-hora carregado (executor)64 + 36≈ R$ 100/h

Repetir o cálculo por perfil: sócio-diretor (pró-labore ÷ horas), advogado sênior, advogado executor, apoio. O rateio usa a planilha de custos real do escritório — excluindo custos que não tocam o produto (ex.: sistema de acompanhamento processual, se o produto não usa contencioso).

O que validar em reunião
  • Remuneração real por perfil (ou folha total ÷ pessoas, se preferirem começar agregado).
  • Pró-labore dos sócios entra no custo? (Sugestão: sim — hora de sócio tem custo, senão a margem mente.)
  • Quais linhas da planilha de custos entram no rateio do produto e quais ficam fora.
  • Periodicidade de revisão do custo-hora (sugestão: semestral ou a cada contratação).
Sugestão Trinity
  • Trabalhar com 3 custos-hora: sócio, sênior e executor — suficiente para orçar sem virar burocracia.
  • Manter uma única aba-fonte ("Custo-Hora vigente") que alimenta a calculadora da POP 05.02 — um número oficial, não vários.
Risco & controle: custo-hora desatualizado após contratações infla ou esconde a margem. Controle: revisão obrigatória do custo-hora a cada mudança no time, com data e versão na aba-fonte.
POP 04.02 Custo total por contrato — o caso Recife auditado A definir MC-3 v0.1

Objetivo: calcular o custo completo do contrato-padrão (horas + kit + impostos) e, com ele, a margem real dos R$ 50 mil — o número central da apresentação de 30/07.

Memória de cálculo MC-3 · Custo e margem do contrato-padrão (R$ 50 mil)
Custo do contrato = (Σ horas por entregável × custo-hora) + kit de entrega + impostos sobre a receita
Margem = preçocusto do contrato
EntregávelHoras sugeridas (validar com o time)Horas
Diagnóstico + reuniões iniciaiskick-off, checklist, análise do material12 h
Regimento internoelaboração completa40 h
Kit de contratos (20 tipos)~3 h por contrato60 h
2 treinamentospreparação 8 h + aplicação 4 h, cada24 h
2 rodadas de revisãoajustes e complementos20 h
Gestão do projeto + revisão 4 olhoscoordenação, QA, comunicação14 h
Total de horas≈ 170 h
Linha de custoBaseValor
Horas de produção170 h × R$ 100/h (MC-2)R$ 17.000
Kit de entregaPOP 02.02R$ 6.000
Impostos sobre a receita% a confirmar com o contador — hipótese 12%R$ 6.000
Custo total do contrato≈ R$ 29.000
Margem sobre R$ 50.00050.000 − 29.000≈ R$ 21.000 · 42%
Preço/hora implícito50.000 ÷ 170 h≈ R$ 294/h

Leitura: se as hipóteses se confirmarem, o produto tem margem saudável (~42%) e um preço/hora implícito (~R$ 294) que finalmente responde "quanto vale a nossa hora". Toda a tabela de horas será refeita com o time na R2 — quem executa diz quanto tempo leva; a Trinity só estrutura.

O que validar em reunião
  • Horas reais por entregável — tempos e movimentos com o time executor.
  • % de imposto sobre a receita (regime tributário do escritório — confirmar com o contador antes da R2).
  • Custo real do kit (orçamentos da POP 02.02).
  • Comissão de indicação/venda entra no custo do contrato? (No cenário da parceria, sim — ver Bloco 06.)
Sugestão Trinity
  • Registrar horas reais dos próximos 2 contratos (começando pelo Recife em andamento) para calibrar a tabela com dados, não memória.
  • Fechar cada contrato com um "pós-obra": horas previstas × realizadas, margem prevista × real (vira a POP 08.02).
Risco & controle: horas invisíveis (retrabalho, reuniões extras, deslocamentos) não lançadas — a margem real fica menor que a calculada. Controle: apontamento simples de horas por contrato (planilha ou Astrea) desde o contrato Recife.
BLOCO 05

Precificação

Valida em R3 · 22/07

Responde: quanto cobrar de cada tamanho de cliente? Faturamento sozinho engana — o cliente de limpeza urbana fatura milhões com margem de 8–10% e muitos funcionários. A matriz abaixo combina fatores para que o preço acompanhe o esforço e o valor, não só o porte aparente.

POP 05.01 Matriz de enquadramento por porte e complexidade A definir MC-4 v0.1

Objetivo: enquadrar qualquer prospect em uma faixa de preço em minutos, com critérios objetivos — a "tabela interna" que o parceiro tem no tributário e o D&B passa a ter no trabalhista.

Memória de cálculo MC-4 · Preço por fatores
Preço = preço-base do escopo × fator de porte × fator de complexidade
Piso absoluto: preço nunca inferior a custo estimado × 1,5
Faixa de porteCritério primário (nº de colaboradores CLT)Critério de apoio (faturamento)FatorPreço-ref.*
Paté 100 CLTaté R$ 50 mi/ano0,8R$ 40 mil
M — caso Recife100–500 CLTR$ 50–200 mi/ano1,0R$ 50 mil
G500–1.500 CLTR$ 200–500 mi/ano1,3R$ 65 mil
GGacima de 1.500 CLTacima de R$ 500 mi/ano1,6R$ 80 mil
Fator de complexidadeGatilhosMultiplicador
Simplesatividade única, uma unidade, poucas funções0,9
Padrãoperfil do caso-referência1,0
Complexamulti-unidades, muitos tipos de função, sindicatos fortes, histórico de passivo, operação de campo1,2

*Preço-ref. = 50k × fator de porte, com complexidade padrão. Hipótese central a testar na R3: o nº de colaboradores CLT é o melhor previsor do esforço (mais gente = mais funções, mais contratos, mais risco trabalhista), com faturamento como critério de apoio para valor percebido. Testamos a matriz contra 3–5 clientes reais: se o preço que a matriz devolve bate com a intuição calibrada de vocês, ela está pronta; onde desvia, ajustamos o fator.

O que validar em reunião
  • Variável primária: CLT, faturamento, volume de demandas — o teste com clientes reais decide.
  • Cortes das faixas (100/500/1.500 CLT são hipóteses).
  • Fatores (0,8 / 1,0 / 1,3 / 1,6) e os gatilhos de complexidade.
  • Ajuste de praça (Recife > João Pessoa — vira fator ou já está no porte?).
  • Como as horas escalam com o porte (empresa GG consome 1,6× as horas ou menos? Define se o fator é margem ou custo).
Sugestão Trinity
  • O esforço cresce menos que o preço (60% dos entregáveis são adaptação, não criação do zero) — é daí que vem a escalabilidade que o parceiro quer ver.
  • Publicar a matriz como tabela interna oficial: quem cota fora dela precisa de alçada (POP 07.02).
Risco & controle: enquadrar mal um cliente complexo e entregar 250 h por preço de 170 h. Controle: checklist de enquadramento respondido antes de toda proposta, arquivado na pasta do contrato.
POP 05.02 Calculadora de orçamento padrão A definir v0.1

Objetivo: transformar MC-2, MC-3 e MC-4 em uma ferramenta única: responde-se um checklist sobre o prospect e a calculadora devolve preço sugerido, custo estimado e margem — orçamento em minutos, com governança.

Diretrizes (rascunho)
  • Emitir todo orçamento pela calculadora oficial — entradas: porte (CLT/faturamento), complexidade, escopo (itens do pacote + adicionais), praça.
  • Exibir sempre as três saídas: preço sugerido, custo estimado, margem projetada.
  • Bloquear (ou exigir alçada para) propostas abaixo do piso de margem.
  • Arquivar o orçamento gerado na pasta do contrato — vira o previsto do pós-obra (POP 08.02).
O que validar em reunião
  • Margem-alvo e margem-piso do produto (sugestão: alvo 45%, piso 33% = custo × 1,5).
  • Preço mínimo de entrada (o parceiro não opera abaixo de 40k no tributário — qual é o nosso piso?).
  • Ferramenta: a Trinity monta a v1 em planilha compartilhada após a R3; evolui para plataforma depois.
★ Sugestão TrinityMargem-alvo de 45% e piso de 33%. Piso de ticket em R$ 35–40 mil para o canal da parceria (alinhado à régua do parceiro) — abaixo disso, o prospect recebe uma versão reduzida do produto (diagnóstico + kit de contratos, sem regimento/evento) ou não é atendido pelo canal.
Risco & controle: desconto na emoção da negociação (os 59k→50k) sem saber o que se está entregando de margem. Controle: a calculadora mostra a margem em tempo real e a política de alçadas (POP 07.02) define quem pode aprovar o quê.
BLOCO 06

Modelo de Negócio da Parceria

Valida em R4 · 25/07

Responde: o que exatamente apresentar dia 30/07 — e com qual modelo de remuneração do parceiro. A simulação abaixo mostra o achado mais importante deste dossiê: o split citado na conversa (70/30 sobre a receita) não fecha a conta. Melhor descobrir aqui do que na mesa de negociação.

POP 06.01 Unit economics & cenários de remuneração do parceiro A definir MC-5 v0.1

Objetivo: simular os cenários de divisão para entrar na negociação sabendo o que fecha, o que aperta e o que quebra — e propor ao parceiro o modelo que sustenta a operação.

Memória de cálculo MC-5 · Simulação sobre o contrato-padrão (R$ 50 mil · custo ≈ R$ 29 mil)
Break-even do D&B = custo ÷ receita = 29.000 ÷ 50.000 = 58% da receita
→ qualquer cenário que deixe o D&B com menos de 58% da receita bruta opera no prejuízo
CenárioParceiro recebeD&B recebeResultado D&BVeredito
Split 70/30 (receita)R$ 35.000R$ 15.000− R$ 14.000quebra
Split 50/50 (receita)R$ 25.000R$ 25.000− R$ 4.000quebra
Comissão de canal 30%R$ 15.000R$ 35.000+ R$ 6.000 · 12%aperta
Comissão de canal 20%R$ 10.000R$ 40.000+ R$ 11.000 · 22%fecha
Split 50/50 sobre a margemR$ 10.500R$ 39.500+ R$ 10.500 · 21%fecha

Leitura para a negociação: o papel do parceiro é de canal de vendas (o cliente e a venda são deles; a operação inteira é nossa) — e canal se remunera por comissão sobre a venda (20–30%) ou por divisão da margem, nunca por split invertido da receita bruta. A mensagem para a mesa: "para cada real vendido, X centavos são custo de produção; dividimos o que sobra". Nota: nos tickets maiores (G/GG) a margem % cresce, porque o preço sobe mais que as horas — é o argumento de escalabilidade deles. Números finais dependem da MC-3 validada.

O que validar em reunião
  • Cenário-âncora que o D&B leva à mesa (sugestão: comissão de canal 20–25%, com régua de volume).
  • Piso inegociável (% da receita abaixo do qual não se opera).
  • Quem emite a nota e fatura o cliente — define quem paga o imposto e muda a conta.
  • Exclusividade, território e prazo da parceria (condições que valem ceder % a mais).
  • Confirmar com João Paulo o formato esperado da apresentação (reunião presencial no PR? online? deck + dossiê?).
Sugestão Trinity
  • Régua de volume: comissão do parceiro cresce com a escala (20% até 3 contratos/trimestre; 25% acima) — alinha incentivo sem sacrificar o início.
  • Nos primeiros 2 contratos do canal, tratar como piloto: preço de tabela, medição real de horas, e revisão do modelo com dados na mão.
Risco & controle: aceitar um split na empolgação da oportunidade ("é a McDonald's chamando") e operar no vermelho com contratos grandes. Controle: nenhum acordo assinado sem simulação MC-5 preenchida com os números validados e margem mínima respeitada.
POP 06.02 Apresentação ao parceiro — estrutura do deck de 30/07 A definir v0.1

Objetivo: definir o roteiro da apresentação para que a conversa aconteça no terreno do D&B: produto estruturado, números com governança, capacidade conhecida e modelo de remuneração já simulado.

Roteiro sugerido (8 lâminas)
  • 1 · O produto: Prevenção Estratégica de Risco Trabalhista — o que é, o que entrega, por que não é a assessoria comum (ninguém no mercado empacota isso).
  • 2 · Prova: caso-referência real em execução (perfil do cliente, escopo, ticket, prazo) — sem expor dados sigilosos.
  • 3 · Esteira: as 6 etapas, 90 dias, 2 rodadas — a máquina que garante a mesma entrega para qualquer cliente da carteira deles.
  • 4 · Time e capacidade: estrutura atual, capacidade simultânea, farol de contratação — "escalamos com previsibilidade, não com promessa".
  • 5 · Precificação: matriz por porte (P/M/G/GG) — a resposta direta ao "empresas de tal tamanho, vocês cobram tanto".
  • 6 · Unit economics: custo, margem e preço/hora do contrato-padrão — governança total sobre os números.
  • 7 · Modelo de parceria: cenários de remuneração do canal com a régua de volume — proposta, não pergunta.
  • 8 · Próximos passos: piloto de 2 contratos, medição real, revisão do modelo em 90 dias.
Risco & controle: chegar com relatório fidedigno demais e travar, ou raso demais e não convencer. Controle: apresentar hipóteses como hipóteses ("números do piloto em curso, calibrados em 90 dias") — maturidade vende mais que precisão falsa.
BLOCO 07

Comercial & Política de Preço

Valida em R4 · 25/07

Responde: como vender sem corroer a margem que acabamos de calcular? O desconto de 59k para 50k foi decidido na hora, no feeling. Funcionou — mas em escala, com o parceiro vendendo, cada "chorou e fechou" precisa de regra.

POP 07.01 Proposta padrão A definir v0.1

Objetivo: padronizar o documento de proposta para que qualquer venda — direta ou via parceiro — saia com o mesmo nível de profissionalismo, escopo itemizado e condições claras.

Diretrizes (rascunho)
  • Emitir toda proposta no modelo oficial (identidade D&B), contendo: escopo itemizado, prazo por etapa, nº de rodadas, condições de pagamento, validade da proposta e o que não está incluído.
  • Anexar o cronograma da esteira (POP 02.01) — o cliente compra previsibilidade.
  • Enviar exclusivamente pelo e-mail oficial do escritório, com registro na pasta do cliente.
O que validar em reunião
  • Condição de pagamento padrão (Recife: 6× — é a régua? entrada mínima?).
  • Validade da proposta (sugestão: 30 dias, preço de tabela vigente).
  • Proposta via parceiro: sai em nome de quem, com qual co-branding?
Risco & controle: propostas informais criam compromissos não precificados. Controle: modelo único versionado + arquivamento obrigatório na pasta do cliente.
POP 07.02 Política de desconto e alçadas A definir v0.1

Objetivo: transformar o desconto de improviso em regra: quem pode dar quanto, em troca de quê — protegendo a margem-piso definida na POP 05.02.

Diretrizes (rascunho)
  • Conceder desconto apenas dentro das faixas de alçada, sempre em troca de algo: pagamento à vista/antecipado, escopo reduzido, prazo maior de entrega ou case autorizado.
  • Nunca aprovar proposta abaixo da margem-piso, em nenhuma alçada.
  • Registrar todo desconto concedido (quem, quanto, contrapartida) na pasta do contrato.
O que validar em reunião
  • Faixas de alçada (sugestão abaixo) e quem ocupa cada uma.
  • Desconto máximo absoluto do produto.
  • Contrapartidas aceitas e sua "tabela de troca".
★ Sugestão Trinity · régua de alçadas (validar)Até 5%: quem negocia decide, com contrapartida registrada · De 5% a 10%: aprovação de um dos sócios · De 10% a 15%: aprovação dos dois sócios, com simulação de margem anexada · Acima de 15%: não existe — o caminho é reduzir escopo, não preço. (O caso Recife — 15% — teria exigido os dois sócios e a simulação. É exatamente a governança que o parceiro quer ver.)
Risco & controle: com o parceiro vendendo, desconto vira ferramenta de fechamento deles às custas da nossa margem. Controle: a política vale para o canal — parceiro negocia dentro da tabela; fora dela, volta para a alçada do D&B.
BLOCO 08

Gestão & Indicadores do Produto

Valida em R4 · 25/07 · implanta em agosto

Responde: como a diretoria gere isso de qualquer lugar — São Luís, Recife ou Maringá? Padrão sem medição é intenção. Dois padrões bastam para começar: o rito e o pós-obra.

POP 08.01 Rito semanal & painel do produto A definir v0.1

Objetivo: instalar a cadência mínima de gestão: uma reunião semanal curta sobre um painel único — esteira, capacidade, margem e funil na mesma tela.

Diretrizes (rascunho)
  • Realizar rito semanal de 30–45 min (diretoria + coordenação) sobre o painel do produto — sem pauta paralela.
  • Manter o painel com os indicadores da seção 05 deste documento, atualizado até a véspera do rito.
  • Registrar decisões e pendências em plano de ação com dono e prazo (e-mail oficial, não WhatsApp).
O que validar em reunião
  • Dia e hora fixos do rito semanal.
  • Quem alimenta o painel (o dono da operação da POP 03.01).
  • Ferramenta do painel (planilha compartilhada na largada; plataforma na sequência do programa).
Risco & controle: "apagar incêndio" engolir a gestão — o padrão histórico confessado. Controle: rito com dia fixo e inegociável; se caiu duas semanas seguidas, o assunto sobe para a revisão mensal com a Trinity.
POP 08.02 Pós-obra do contrato — previsto × realizado A definir v0.1

Objetivo: fechar cada contrato comparando horas e margem previstas × realizadas — é assim que a calculadora e a matriz ficam mais precisas a cada entrega, e o modelo apresentado ao parceiro ganha lastro de dados reais.

Diretrizes (rascunho)
  • Apontar horas por contrato durante toda a execução (planilha simples ou Astrea) — começa já, no contrato Recife.
  • Realizar reunião de pós-obra em até 15 dias do encerramento: horas previstas × reais, margem prevista × real, causas dos desvios, lição aprendida.
  • Atualizar a tabela de horas (MC-3) e, se preciso, os fatores da matriz (MC-4) a cada pós-obra.
  • Colher a satisfação do cliente na entrega (NPS simples) — vira prova social para o canal.
O que validar em reunião
  • Formato do apontamento de horas (o mais simples que o time realmente vai usar).
  • Quem conduz o pós-obra e onde ficam registradas as lições.
  • Formato da pesquisa de satisfação na entrega.
Risco & controle: modelo apresentado ao parceiro nunca ser confrontado com a realidade — hipóteses viram dogma. Controle: pós-obra obrigatório para encerrar contrato; sem pós-obra, contrato não fecha no painel.

05 · Indicadores do produto

O painel que gere o produto de qualquer lugar.

Painel único, atualizado semanalmente, revisado no rito da POP 08.01. Metas entram após a validação dos números-base.

IndicadorO que medeFrequênciaFonte
Margem por contrato (%)Margem realizada × margem-piso e margem-alvoPor contrato + mensalPós-obra (POP 08.02)
Horas previstas × realizadasPrecisão do orçamento e retrabalhoPor contratoApontamento de horas
Capacidade utilizada (%)Contratos ativos × capacidade simultânea (farol)SemanalMC-1 + esteira
Contratos por etapa da esteiraGargalos e prazo de ciclo (alvo: 90 dias)SemanalQuadro da esteira
Funil comercialPropostas emitidas → fechadas, por canal (direto × parceiro)SemanalRegistro de propostas
Desconto médio concedido (%)Aderência à política comercialMensalRegistro de descontos (POP 07.02)
Ticket médio por faixa (P/M/G/GG)Calibragem da matriz de enquadramentoMensalCalculadora + contratos
Satisfação na entrega (NPS)Qualidade percebida — prova social para o canalPor contratoPesquisa de entrega
Status por POPA definir · Em revisão · VigenteSemanal até 30/07; mensal depoisEste documento

06 · Status board

Onde estamos. O que falta.

BlocoPOPsStatusValida emInsumo crítico
01 · Definição do Produto01.01 · 01.02A definirR1 · 17/07Escopo fechado com Michael
02 · Esteira de Entrega02.01 · 02.02A definirR1 · 17/07Prazos reais + orçamentos do kit
03 · Time & Capacidade03.01 · 03.02A definirR2 · 18/07Lista do time + dedicações + tempos e movimentos
04 · Custo do Produto04.01 · 04.02A definirR2 · 18/07Planilha de custos + folha + % de imposto (contador)
05 · Precificação05.01 · 05.02A definirR3 · 22/07Dados de 3–5 clientes reais
06 · Modelo da Parceria06.01 · 06.02A definirR4 · 25/07MC-3 validada + retorno do João Paulo
07 · Comercial07.01 · 07.02A definirR4 · 25/07Decisão de alçadas pela diretoria
08 · Gestão & Indicadores08.01 · 08.02A definirR4 · 25/07 → agostoDono da operação definido (POP 03.01)
Depois de 30/07 — a sequência do programaCom o produto validado e apresentado, o ciclo Trinity de 3 meses segue para: implantação financeira (plano de contas, contas a pagar/receber, uso pleno do Conta Azul + Astrea) e, na sequência, gente & gestão (mapa de atribuições, cargos e salários, ritos completos) — cada frente com seus próprios padrões, no mesmo formato deste dossiê.
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